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sábado, 6 de julho de 2013

Nem Tudo Posso

Vem deitar no colo
Que quente de saudade chora
Chama teu corpo e implora
Num cobertor frio solo

É um tanto que ele chora
Pela voz no ouvido de canto
Chamando a beleza de encanto
Num canto que solta e solta e solta

De vez em quando vai
De vez em quando vem
Vez ou outra
Em meus sonhos
Eu peço irmos mais além

Mas nem
Que jurasse a amor intenso
Que provasse enquanto eu penso
Eu seria capaz
De acreditar em estabilidade
Uma conexão de verdade
Tiraria minha paz

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