Eu venho de limites
Manso, vago, quieto
Sem trocar chão por teto
Ou me enroscar de chiliques
Eu venho testando
Desviar as rotas
Aceitar propostas
Que de vez em quando
Me parecem tortas
Há como, um sujeito
Tratar com respeito
Sem se entregar de peito?
Peito sangra
E peito dói
Envolve
E se corrói
Não que for amor
Mas e se nada for
Nada além desses toques suaves
Podemos acabar entre chaves
E abrir portas para nossa dor
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