Torce corpo
e torce peito
Num sufoco
E com esforço
De esboço à
Pensamento fresco
Sujeito sem jeito!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Drama!
A boca que não deu amasso
Deu espaço
Pra voz que falava alto
Sobre os passos
De olho no que era errado
Seu abraço
As mãos que tocavam o vago
Do seu lado
Nada mais de trato!
Adianta um passo
Noite estrago.
Deu espaço
Pra voz que falava alto
Sobre os passos
De olho no que era errado
Seu abraço
As mãos que tocavam o vago
Do seu lado
Nada mais de trato!
Adianta um passo
Noite estrago.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Tudo Nós
Tudo é poesia
Tudo sua
Toda nua
Ou toda crua
Quanto tava eu
Quando tava nós
Em sonhos meus
Tudo sua
Toda nua
Ou toda crua
Quanto tava eu
Quando tava nós
Em sonhos meus
Enrolaço
A lingua é como laço
Que nos passa aperto
E se aperto, num embaraço
Viro e mexo,
E em pouco prazo
Eu estou preso
No labirinto
Longo, largo, infinito
Dos seus lábios largos
E seus dentes finos
Que nos passa aperto
E se aperto, num embaraço
Viro e mexo,
E em pouco prazo
Eu estou preso
No labirinto
Longo, largo, infinito
Dos seus lábios largos
E seus dentes finos
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Esbarro
Cheira como cheiro
De anjo do berço
De jeito
Que até o eu "ego"
Enlouquece(esço)
Tem nos lábios
Mais que largos
E mais que traços!
O meu apreço.
É mais fácil
Fazer como faço
Manter-me no embaraço
E pagar pelo preço.
Do que deitar nos meus braços
Me esconder dos amassos
E dormir com o travesseiro.
De anjo do berço
De jeito
Que até o eu "ego"
Enlouquece(esço)
Tem nos lábios
Mais que largos
E mais que traços!
O meu apreço.
É mais fácil
Fazer como faço
Manter-me no embaraço
E pagar pelo preço.
Do que deitar nos meus braços
Me esconder dos amassos
E dormir com o travesseiro.
Anexo Em Branco
Zzzz e zás
Jaz daqui
"Fui" e zuei
Fuzuê!
Bate e bate
Toc e tum!
É que num (ponto)
Segundo
Minuto!
Horas se perderam.
Não me meteram
Mas dessa eu saí.
Jaz daqui
"Fui" e zuei
Fuzuê!
Bate e bate
Toc e tum!
É que num (ponto)
Segundo
Minuto!
Horas se perderam.
Não me meteram
Mas dessa eu saí.
Semi-jóia
Cair
Partir
Em medos - meios
De fugir.
Coitado de quem
Não sobressair
É duro!
Escuro
E difícil de sair.
Partir
Em medos - meios
De fugir.
Coitado de quem
Não sobressair
É duro!
Escuro
E difícil de sair.
Maria Fumaça
A
Que escuto
O trem
A fumaça invém
Traz o som,
barulho!
Escuto o que tem.
Que escuto
O trem
A fumaça invém
Traz o som,
barulho!
Escuto o que tem.
Eu artístico
Ah que vejo com outros olhos
Olhos de não como todo aquele que vê
Mas olhos de quem sente o que se vê
Se ainda não olho
Com outro lado torto
Eu me sinto morto
E tanto solitário
Mas me desespero pouco
Pois sei que um toco
Seria necessário
Pra me fazer de louco
Mas não de otário!
Olhos de não como todo aquele que vê
Mas olhos de quem sente o que se vê
Se ainda não olho
Com outro lado torto
Eu me sinto morto
E tanto solitário
Mas me desespero pouco
Pois sei que um toco
Seria necessário
Pra me fazer de louco
Mas não de otário!
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Pincelando Poesia
Em tempo de artista
A Monalisa Vangloraria
O pique do "asso"
Vanglórias de Gogh
Em tempo de artista
Eu até que pintaria
Um quadro MONETário
Sem pensar no salário
Que Degas receberia
Por um terço do seu trabalho!
Pediria dez, quinze ou Vinci reais
Só não pediria para Klint
Que me apresentasse Judite
Segunda ou Primeira
Nem que fosse verdadeira!
E de minha Terra eu choraria
Não por mim nem por Nari
Quem sabe talvez, por Portinarri
Por Volpi ou Carybé
Ah, que sou tanto leiga
Mas destes eu quero provar
Criatividade, sabedoria
Ou mensagem subliminar
Eu poderia, fazer mais rima
Mas nada tenho a lhes falar
Pois agora com idéias em cima
Me falta escrever
Me falta desenhar
Me falta muito ler
Me falta praticar!
Pena não Pesar
Há quem quebre vasos
E laços
Há quem ocupe espaços
E amassos
E abraços
Contudo, todavia
Entretanto, eu sabia!
Essa pobre agonia
Não foi eu quem escolhi.
Pobre eu, pobre de mim.
E laços
Há quem ocupe espaços
E amassos
E abraços
Contudo, todavia
Entretanto, eu sabia!
Essa pobre agonia
Não foi eu quem escolhi.
Pobre eu, pobre de mim.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Suave Desejo
Diz mentira
Que é só pra se aproximar
Me solta!
Ou não!
Eu não preciso que me prenda não.
Os teus olhos já prenderam
Aquilo que precisa
Despedida
Não é preciso falar
Vai embora!
Ou volta
Tem mais tempo pra ficar
Eu não sou de ferro não
Mas se precisar que eu tranque o coração
Ah! eu vou trancar...
Que é só pra se aproximar
Me solta!
Ou não!
Eu não preciso que me prenda não.
Os teus olhos já prenderam
Aquilo que precisa
Despedida
Não é preciso falar
Vai embora!
Ou volta
Tem mais tempo pra ficar
Eu não sou de ferro não
Mas se precisar que eu tranque o coração
Ah! eu vou trancar...
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Salto Baixo Mortal
Grande noite
De surpresa
De brilhante
Com as mesmas
Que o brilho teme
Em parar de brilhar
Dos abraços
Brindes
Laços
E magos
De pensamentos vagos
Noite de estragos
Se esconderam
Não em capas
Em máscaras
Ou apareceram!
De pés sujos
Mas livres
Da sociedade alta
De penas
Ou pena
Dos "chiques"
Ilustres
Sem falta.
Papos fatais
Mataram!
O coração
De alegria
De razão
Mas engano não
Sabiam
Que terminariam
Dois prum lado
Um pro outro
Mas não menos
Acabariam
Com o trato
Louco:
Noite boa!
Fim de papo.
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