És o ápice da mistura
De música, de arte, de gente
E é da fala e da escuta
Que compõem-se incialmente
No branco dos pilares
De seu coreto torto
Vem de todos os lugares
O público, o artista, o curioso
Jovem, adulto ou criança
Jornalista, fotógrafo, simpatizante
Qualquer um pode entrar na dança
Duvido que não se encante
Pincel, pintura, papel
No varal poemas de mel
Nos cantos os bons vestem o véu
Ausentam-se pessoas de fél
Ah, essa cidade
De beleza tamanha
Que poucos vê
Porque não, a realidade
Ser uma façanha
Este evento "demodê"?
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