Pages

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O Azul de Furnas

Teu azul descobri
Em três tempos eu vivi
Coração, vida, felicidade
Meu amor, minha vaidade
A doce lembrança dos perdidos
A vaga lembrança dos sumidos
E o despertar de uma nova vontade
De voltar para ter um lugar assumido
Furnas, tão azul quanto parece
Que em tempos de sonho, eu pedi em prece
Pra voltar a te visitar

Nenhum comentário:

Postar um comentário