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terça-feira, 10 de julho de 2012

Sem Culpa, nem Cuca!

Sem sobriedade nesse tempo feroz
Em julho, desata-se os nós
E enche a cara de cachaça
Fuma pouco o seu cigarro
E até outra droga qualquer

Deseja mais que morte
Conta tanto com a sorte
Depois de tantas palavras sombrias
Moleza era arriscar
Enfrenta desafios
Pega essas vias, sem se desviar

Nem arrependimento
Nem consentimento
Só  atormento
Por não poder dividir
Nem contar
Com qualquer um

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