Ja não era como fora
Ou foi e não percebeu
Já perdeu os instantes, os detalhes
Os encaixes e o antes!
Foi metade do caminho
Que por ali perdeu
Copo, corpo, dignidade
Ganhou sabor e vaidade
De um corpo que não é seu
Sussurro e beijo
Cortados, parados, intactos
Era muro e galho seco
Era estrada escura
Sem fim e sem medo
Implorando pra que ficasse
Diante das estrelas e do luar
E mesmo que o tempo passe
Daquilo vai se lembrar
E se lhe perguntar
Vai contar tranquilo
Que só provou de outra rota
E não preocupou com a nota
Que proporcionou aquilo
Hoje segue a saida
Quer voltar à sua vida
Sem preocupar com a despedida
Nem com história despida
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Fio Pequeno
Quem dera, de tamanho aumentasse
Os quilômetros da distância
E diminuisse a ansiedade
Mesmo contando com o coração sóbrio
Cerébro, impuro e conturbado
Se pôs a pensar, sem usar o lógico
Saboreou um abraço limpo
E engoliu nome completo
Soprados por um menino
Debaixos do mesmo teto
Em madrugada posterior
Pós-loucura ingerida
Se entregou diante o calor
Que sentia em corpo quente
Recusou de primeira
E se entregou de repente
Dormiu feito anjo
E calou sua mente
Nada teve a temer
Até que chegasse o temor
Fez o coração doer
Não que a fez parecer
Mas de tanto querer
Quando propôs a se perder
A verdade teve valor
E sem preocupar com a loucura
Fez o que achasse certo
Sem pensar em procura
Esbarrou-se em certo
E fugiu de tal maneira
Que ninguém os notasse
Só pegando a estrada
Lembrando que se entregasse
Seria tudo em vão
E perderia a razão
No momento que o coração
Fosse dar um passe
Entretanto, mesmo sem encaixe
Teve um destaque
Em prol da paixão
Não pretende repetir
Nem dose, nem pote
Do que deixou-se permitir
Não com ele, não por ele
Só por si!
Os quilômetros da distância
E diminuisse a ansiedade
Mesmo contando com o coração sóbrio
Cerébro, impuro e conturbado
Se pôs a pensar, sem usar o lógico
Saboreou um abraço limpo
E engoliu nome completo
Soprados por um menino
Debaixos do mesmo teto
Em madrugada posterior
Pós-loucura ingerida
Se entregou diante o calor
Que sentia em corpo quente
Recusou de primeira
E se entregou de repente
Dormiu feito anjo
E calou sua mente
Nada teve a temer
Até que chegasse o temor
Fez o coração doer
Não que a fez parecer
Mas de tanto querer
Quando propôs a se perder
A verdade teve valor
E sem preocupar com a loucura
Fez o que achasse certo
Sem pensar em procura
Esbarrou-se em certo
E fugiu de tal maneira
Que ninguém os notasse
Só pegando a estrada
Lembrando que se entregasse
Seria tudo em vão
E perderia a razão
No momento que o coração
Fosse dar um passe
Entretanto, mesmo sem encaixe
Teve um destaque
Em prol da paixão
Não pretende repetir
Nem dose, nem pote
Do que deixou-se permitir
Não com ele, não por ele
Só por si!
Filtro de Barro
É uma pena!
Que a fonte que mata tua sede
Seja alcool
E que te embreagaste noite inteira
Sem deitar-se na minha rede
E se ao menos continuasse
Poderia matar tua fome também.
Que a fonte que mata tua sede
Seja alcool
E que te embreagaste noite inteira
Sem deitar-se na minha rede
E se ao menos continuasse
Poderia matar tua fome também.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Paletó
Não chegaria à altura
Da estrelas, do céu ou do mar
Meu poema é loucura
E você, "meu inspirar"
A noite foi tão crua
E não podia melhorar
La no céu, a fraca lua
E o paletó a me encostar
As palavras foram puras
Pelo menos ao meu falar
E no início, meio insegura
Com receio de ficar
Da estrelas, do céu ou do mar
Meu poema é loucura
E você, "meu inspirar"
A noite foi tão crua
E não podia melhorar
La no céu, a fraca lua
E o paletó a me encostar
As palavras foram puras
Pelo menos ao meu falar
E no início, meio insegura
Com receio de ficar
Não para com sua cura
Se propôs a entregar
Com sabor de uva
E doses pra se alegrar
Vira, vira, e jura!
Que poderia ficar
No resto, na noite escura
Para com ele celebrar.
Com sabor de uva
E doses pra se alegrar
Vira, vira, e jura!
Que poderia ficar
No resto, na noite escura
Para com ele celebrar.
Rei dos Leões
Sobretudo, sua companhia
Durante a noite, durante o dia
Foi o motivo de aceitar!
Música ao pé do ouvido
Como se tivesse lido
O grito do seu pensar
Sabor de uva e felicidade
Não dispensou a vontade
E pôs se a encostar
Sobre o filme que eu vi
Sobre tudo aquilo que eu vivi
Ele soube impressionar
Contudo, muito atento
À traje, arranho, movimento
Não tem como explicar
Me rendi nos elogios
Perdi-me até no frio
Que a noite teve a proporcionar
Quero vez ou outra lhe rever
Para a cabeça entender
Se foi só um passar...
Durante a noite, durante o dia
Foi o motivo de aceitar!
Música ao pé do ouvido
Como se tivesse lido
O grito do seu pensar
Sabor de uva e felicidade
Não dispensou a vontade
E pôs se a encostar
Sobre o filme que eu vi
Sobre tudo aquilo que eu vivi
Ele soube impressionar
Contudo, muito atento
À traje, arranho, movimento
Não tem como explicar
Me rendi nos elogios
Perdi-me até no frio
Que a noite teve a proporcionar
Quero vez ou outra lhe rever
Para a cabeça entender
Se foi só um passar...
domingo, 15 de julho de 2012
Estado Banal
Cristalina
No peito, bala
Jogado na sala
Sem escala
Não se passa nessas águas
Nem as músicas, nem as falas
Que um dia foram claras
sábado, 14 de julho de 2012
Memória
Se por impulsso aceitasse
Se eu por um acaso implorasse
Se com um beijo você ficasse
É que esqueci como seus olhos são
E esqueci as batidas do coração
Perdi as linhas da sua feição
Se eu por um acaso implorasse
Se com um beijo você ficasse
É que esqueci como seus olhos são
E esqueci as batidas do coração
Perdi as linhas da sua feição
Permitir-me, Entregar-me.
Se vão ser dias, horas ou minutos
Se vai durar pouco ou muito
Ainda penso, antes de dormir
No que de fato me faria sorrir
E mesmo que de um jeito errado
Não será nada desleixado.
Se vai durar pouco ou muito
Ainda penso, antes de dormir
No que de fato me faria sorrir
E mesmo que de um jeito errado
Não será nada desleixado.
Descuido
Mas o que faríamos se não tivéssemos preparados para quando o relógio à meia-noite apontar?
Reviravolta
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Fases do Gato
Quis botar cor
No fundo
No plano
Naquilo que doeu
Pintou
Cores quentes
Nos objetos
Que lhe pertenceu
Coloriu
Os mais belos tons
Nos caminhos
Que percorreu
Contornou
O que era preto e branco
O que era incolor
E o que escureceu
No fundo
No plano
Naquilo que doeu
Pintou
Cores quentes
Nos objetos
Que lhe pertenceu
Coloriu
Os mais belos tons
Nos caminhos
Que percorreu
Contornou
O que era preto e branco
O que era incolor
E o que escureceu
Baleiro
Apaixonada, pela voz.
E a lembrança do sorriso.
Alegria no peito
Tão forte, de jeito
Que mesmo fosse indeciso
Esperaria no leito
De sua morte,
Ou quanto vivo
Um abraço apertado
Um simples acenar
Um canto, um riso.
E a lembrança do sorriso.
Alegria no peito
Tão forte, de jeito
Que mesmo fosse indeciso
Esperaria no leito
De sua morte,
Ou quanto vivo
Um abraço apertado
Um simples acenar
Um canto, um riso.
Camisa Rosa
Estacionados - os dois "amados".
Acelerado - o coração.
Escorrida, várias lágrimas
E no peito, decepção.
Correria, empurrão
Nada mais em vão.
Despedida
E a saída
Estampada a decisão
Acelerado - o coração.
Escorrida, várias lágrimas
E no peito, decepção.
Correria, empurrão
Nada mais em vão.
Despedida
E a saída
Estampada a decisão
terça-feira, 10 de julho de 2012
Sem Culpa, nem Cuca!
Sem sobriedade nesse tempo feroz
Em julho, desata-se os nós
E enche a cara de cachaça
Fuma pouco o seu cigarro
E até outra droga qualquer
Deseja mais que morte
Conta tanto com a sorte
Depois de tantas palavras sombrias
Moleza era arriscar
Enfrenta desafios
Pega essas vias, sem se desviar
Nem arrependimento
Nem consentimento
Só atormento
Por não poder dividir
Nem contar
Com qualquer um
Em julho, desata-se os nós
E enche a cara de cachaça
Fuma pouco o seu cigarro
E até outra droga qualquer
Deseja mais que morte
Conta tanto com a sorte
Depois de tantas palavras sombrias
Moleza era arriscar
Enfrenta desafios
Pega essas vias, sem se desviar
Nem arrependimento
Nem consentimento
Só atormento
Por não poder dividir
Nem contar
Com qualquer um
Garganta Seca
Por experiência, e também pela autenticidade
Quis poupar malemolência e dispensar a saudade
Sem pensar em consequência, visando a vaidade
Ficou quitado com a paciência garantindo a liberdade
Quis poupar malemolência e dispensar a saudade
Sem pensar em consequência, visando a vaidade
Ficou quitado com a paciência garantindo a liberdade
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Peito à Deriva
Nem sou o que se quer.
Se foi, se fui.
Se não fôr.
Tentei fazer, eu até que fiz.
Mas não pude ser.
O que se quis para você.
Se foi, se fui.
Se não fôr.
Tentei fazer, eu até que fiz.
Mas não pude ser.
O que se quis para você.
Lua Cheia
Não tenho pena dos cegos. Só de quem fecha os olhos pro belo.
Os primeiros não tiveram escolha, os últimos quiseram assim! E como erraram.
Os primeiros não tiveram escolha, os últimos quiseram assim! E como erraram.
sábado, 7 de julho de 2012
Sem Efeito
Com medo do erro
Foram poucos os medos
E nem tanto impediu
Para que concordassem em dividir
Veio cedo ansiedade
De ver se era verdade
Sensação de liberdade
Não bastou a experiência
Quer voltar à vaidade
De tocar os lábios
Outra vez, em outras companhias.
Foram poucos os medos
E nem tanto impediu
Para que concordassem em dividir
Veio cedo ansiedade
De ver se era verdade
Sensação de liberdade
Não bastou a experiência
Quer voltar à vaidade
De tocar os lábios
Outra vez, em outras companhias.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Não Acabes!
Nem sempre é simpatia
Pelo que faço
Ou pelo que finjo fazer
Só sinto empatia
Se o fizesse em mesmo estado
Com ou sem prazer
Pelo que faço
Ou pelo que finjo fazer
Só sinto empatia
Se o fizesse em mesmo estado
Com ou sem prazer
Dia 23 Anos 22
Sob vazio que percorre o oco
Daquele momento e naquele lugar
Ter de gozar seu corpo em outro corpo
Só com sorriso bobo e o musical cantar
Sem omitir a realidade
Pediu um tempo pra respirar
Sussurou pragas e vaidades
Enquanto poesias queria citar
Daquele momento e naquele lugar
Ter de gozar seu corpo em outro corpo
Só com sorriso bobo e o musical cantar
Sem omitir a realidade
Pediu um tempo pra respirar
Sussurou pragas e vaidades
Enquanto poesias queria citar
Servidão
Marionetes por manipulação.
Escravos em devoção.
Acorrentados por ilusão.
E viciados em ação.
Escravos em devoção.
Acorrentados por ilusão.
E viciados em ação.
Assinar:
Postagens (Atom)