Eu te perdi pra ela
Pra aquela doce mulher
Que rouba o tempo seu
Dos meus braços
E dos amassos
Que você me deu...
Aquele batom vermelho
Não é menos vermelho
Do que o batom meu
E que beleza!
Da qual eu não partilho
E não posso competir
Pois se algum dia
Eu tive você aqui
Foi só um dia
Pra me fazer feliz
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
Pra Casar
Do sorriso leve
De canto
Que canta
De um jeito
Que sorri
De cima do palco
Só pros olhos de alguém
Alguém que pisca, que ri
Que foge
Pra procura
Que acha
A loucura.
De canto
Que canta
De um jeito
Que sorri
De cima do palco
Só pros olhos de alguém
Alguém que pisca, que ri
Que foge
Pra procura
Que acha
A loucura.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Antes que Perca Todo Sabor
Um tanto te quis quanto não quero-te mais.
domingo, 22 de abril de 2012
Cansaço Ideológico
Mensagem, opcional.
Que dura decisão!
Mantenho divida parcial - mente.
A MENTE!
Sobre a circunstância
Que propôs o coração.
Tanto corre os pensamentos
Quanto nos derruba no chão.
E a faca afiada
Que tem na mão
Da verdade exposta
Numa fotografia qualquer
Em que aquela mulher
Te tocou os ombros
E fêz da resposta, um vão.
Que dura decisão!
Mantenho divida parcial - mente.
A MENTE!
Sobre a circunstância
Que propôs o coração.
Tanto corre os pensamentos
Quanto nos derruba no chão.
E a faca afiada
Que tem na mão
Da verdade exposta
Numa fotografia qualquer
Em que aquela mulher
Te tocou os ombros
E fêz da resposta, um vão.
sábado, 21 de abril de 2012
Ciúme
Possesso - embaraçoso!
Ridículo e duvidoso!
Se me prende ao sufoco
Ou se acaba com as unhas da mão
Se faz do muito o pouco
Ou se faz do pouco o muito
Tudo acaba em explosão!
Ridículo e duvidoso!
Se me prende ao sufoco
Ou se acaba com as unhas da mão
Se faz do muito o pouco
Ou se faz do pouco o muito
Tudo acaba em explosão!
terça-feira, 17 de abril de 2012
Inconsciente Exato
A gente se ocupa pra não culpar a cuca.
sábado, 14 de abril de 2012
Físico e Emocional
Prendo-me aos detalhes
Sabores e gostos
A posição do rosto
Olho no olho
A boca do moço
O fundo do poço
O sentimento fosco
A busca do pouco
O coração todo roto
Os pés meio soltos
Sentimento muito louco
"Adjetivando", descrevendo - palavras.
Sentindo, supondo - sentimentos.
Sabores e gostos
A posição do rosto
Olho no olho
A boca do moço
O fundo do poço
O sentimento fosco
A busca do pouco
O coração todo roto
Os pés meio soltos
Sentimento muito louco
"Adjetivando", descrevendo - palavras.
Sentindo, supondo - sentimentos.
terça-feira, 10 de abril de 2012
S de Sentimento
A gente aceita o jeito, a forma, o tempo e a frequência.
Esquece o tanto, o quando, a distância e a aparência.
Esquece o tanto, o quando, a distância e a aparência.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Árvore na Esquina
Só penso, se entrego
Meu corpo no seu
Seus beijos ainda são meus
Eu penso, se é certo
Aquilo que não aconteceu
O erro será somente eu
Eu juro, eu fiquei cego
Queria que fosse teu
E a mente entendeu
Meu corpo no seu
Seus beijos ainda são meus
Eu penso, se é certo
Aquilo que não aconteceu
O erro será somente eu
Eu juro, eu fiquei cego
Queria que fosse teu
E a mente entendeu
Usina de Sensações
Talvez o tempo
Que foi passado
Não fora tão longo
Pois esperei sentado
Sobre a varanda
Com teus próximos
O baralho, a jogar.
Eu enfiei a cara no vinho
Apurei outra vez o fato
Calculei o tempo exato
Mas quando entrou em contato
Os olhos em novo tempo
Perdi o pensamento
E deixei com que o vento
Me fizesse acreditar
Que era um novo tempo
Que era AQUELE tempo
Que eu queria me afundar
Noite clara como o branco
Lua cheia tanto quanto
E um sonho fosco
De abraços e beijos loucos
Do tempo pouco
E cabelo solto
As garras afiadas
As bocas molhadas
E a magia encantada
Tudo pra na memória ficar
A goiaba acesa
Uma árvore na qual - presa
Ficou com tanto desejo
E contou cada beijo
Que aquela ousou dar
No final, o colo limpo
E o rosto lindo
De um menino
No que pensou ao adormecer
E logo logo, ao amanhacer
Um agrado lhe entregou
Um abraço lhe rendeu
Num suspiro, um beijo deu.
E agora, a despedida
Sem saber quando a vinda
Outra vez iniciará.
Que foi passado
Não fora tão longo
Pois esperei sentado
Sobre a varanda
Com teus próximos
O baralho, a jogar.
Eu enfiei a cara no vinho
Apurei outra vez o fato
Calculei o tempo exato
Mas quando entrou em contato
Os olhos em novo tempo
Perdi o pensamento
E deixei com que o vento
Me fizesse acreditar
Que era um novo tempo
Que era AQUELE tempo
Que eu queria me afundar
Noite clara como o branco
Lua cheia tanto quanto
E um sonho fosco
De abraços e beijos loucos
Do tempo pouco
E cabelo solto
As garras afiadas
As bocas molhadas
E a magia encantada
Tudo pra na memória ficar
A goiaba acesa
Uma árvore na qual - presa
Ficou com tanto desejo
E contou cada beijo
Que aquela ousou dar
No final, o colo limpo
E o rosto lindo
De um menino
No que pensou ao adormecer
E logo logo, ao amanhacer
Um agrado lhe entregou
Um abraço lhe rendeu
Num suspiro, um beijo deu.
E agora, a despedida
Sem saber quando a vinda
Outra vez iniciará.
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